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Gestão Empresarial

A IMPORT NCIA DE PAVIMENTAR O SEU CAMINHO O ORÇAMENTO – DA ESTRATÉGIA À EXECUÇÃO O sucesso da gestão empresarial inclui uma ferramenta fundamental: o orçamento. Ele é a estrada entre os objetivos e as ações necessárias para alcançá-los. É o Norte para ser seguido no dia a dia. Toda empresa, pequena, média ou grande deve elaborar orçamentos para orientar as suas atividades e permitir que a empresa consiga “enxergar “se está caminhando para o seus objetivos ou não. Elaborar, acompanhar e revisar o orçamento está longe de ser simples ou trivial, até porque está presente em todos os aspectos da gestão empresarial. Mas podemos afirmar sem restrições que aqui está o caminho do sucesso. Andando nessa via garantimos os recursos financeiros para chegar lá, nos objetivos. Como iniciar essa viagem? Simples: comece pelos objetivos. Podem ser os objetivos da empresa para uma jornada, de um ou mais anos. Ou mesmo para as curtas viagens, como projetos. E trate cada atividade da empresa como um projeto. Existe sempre um objetivo a ser alcançado: a entrega de determinada quantidade de produtos num prazo acordado com o cliente, ou a entrega de uma determinada obra, ou de um serviço de manutenção. Ou numa campanha de marketing. Ou na produção de um filme. Ou na reforma do seu escritório. Para cada um desses objetivos, seja qual for a dimensão, haverá um custo. Custos de pessoal, serviços contratados, material usado, impostos a serem pagos e, não menos relevante, o tempo dedicado a cada etapa. Sim, essa é uma importante linha do orçamento! E o que incluir no orçamento? Para elaborar um orçamento de sucesso, liste todas as atividades da sua empresa ou do projeto, e todos os custos envolvidos, direta ou indiretamente. Na pressão do dia a dia, é fácil esquecer algum custo. Por isso, a empresa deve elaborar um modelo de orçamento para ser usado para cada situação: por exemplo um modelo para o orçamento anual da empresa, outro para cada área, outro para cada projeto etc. Estes modelos devem prever todas as hipóteses de despesas e receitas e cada projeto utilizará apenas as que forem aplicáveis. Vai dar um certo trabalho e exigir dedicação, mas esses modelos guiarão a estratégia. Como dividir o resultado das receitas pelas várias contas do orçamento? Vamos dar dois exemplos, um para o orçamento da empresa e outro para orçamento de projeto. Começando pelo orçamento da empresa. Se o objetivo da empresa for aumentar a receita no próximo ano, pense destinar mais recursos para as áreas de trade, marketing e comercial. Por conseguinte, como os recursos são finitos, alguma área vai perder recurso. Por exemplo, talvez o TI precise adiar a compra de novos equipamentos por um ou dois semestres. Será mais relevante para alcançar o objetivo adquirir o licenciamento de um software para otimizar as áreas comercial e marketing. Mas, se o objetivo for aumentar a margem, talvez seja necessário aumentar as verbas com treinamento, o que aumentará a produtividade, e como consequência aumentar as margens. Como se pode ver, orçar é um exercício de alocação de verbas de acordo com os seus objetivos. No caso de projetos, se o objetivo for manter a margem prevista na proposta aprovada, será necessário aumentar a produtividade da equipe que irá trabalhar no projeto. Se o objetivo for terminar o projeto antes do prazo combinado, talvez seja necessário aumentar a equipe do projeto. E assim por diante. Em resumo o orçamento é a estrada que une as ações operacionais aos objetivos, garantindo que cada área receba os recursos necessários para que a empresa alcance os seus objetivos. É possível prever custos futuros? Todo orçamento tem uma dose de previsão, uns mais outros menos. Todas as premissas devem ser devidamente registradas. Por exemplo, qual a taxa de inflação prevista para custos em geral? Qual a taxa considerada para reajustes salariais? Qual o índice considerado para reajuste das receitas? Da mesma forma deve-se deixar registrados as quantidades consideradas para cada item da despesa. Por exemplo, quantidade de pessoal por função e respectivos salários. Quantidades de equipamentos de TI, e assim por diante. Essas anotações de quantidades, valores unitários, preços, taxas e índices de reajustes, vão facilitar fazer simulações e ajustes ao longo do período de vigência dos orçamentos. Basta mudar essas quantidades para que o orçamento seja automaticamente atualizado. E quem deve participar da elaboração de um orçamento? Todos os envolvidos. Se for o orçamento da empresa todas as áreas devem se organizar para participar. Se for um projeto, todos os participantes do projeto, incluindo terceiros. Se for um orçamento para um cliente, todas as áreas que participarão da entrega do produto ou serviço. Quanto maior a participação, melhor será a qualidade do orçamento. É importante, no entanto, que haja uma liderança para coordenar os trabalhos das áreas envolvidas. Essa liderança vai garantir que os trabalhos sejam consistentes entre si e finalizados no prazo esperado. Tipos de orçamento Orçamento incremental A gestão pode partir do orçamento do ano anterior e adicionar ou subtrair percentuais em cada linha do orçamento. Este é o tipo mais comum, pela simplicidade. Ele se aplica bem a situações em que os direcionadores de custos não mudam de um ano para o outro. O lado não tão bom deste tipo de orçamento é que ele tende a manter ineficiências, porque os líderes não se sentem motivados a melhorar a produtividade a cada ano. É como repetir sem avaliar. Orçamento baseado em atividades Parte dos objetivos de faturamento e da margem da empresa, definidos pelos sócios ou conselho da empresa. É feito um levantamento de quais atividades terão que ser realizadas para atender os objetivos, e o custo de cada atividade. A maior dificuldade deste método é o tempo consumido Orçamento baseado na proposta de valor Neste método cada linha do orçamento é avaliada para saber se ela gera valor para clientes, para a equipe ou para outros stakeholders (partes interessadas). E se o valor supera o custo. Se não superar, avaliar se há outras razões para justificar o custo em análise. A maior dificuldade deste método também é o tempo consumido e a dificuldade que algumas empresas enfrentam para identificar o valor gerado por cada atividade. Orçamento base zero Neste método o orçamento de cada área e atividade é calculado do zero, sem considerar os números do ano anterior. Desta forma a cada ano se tem a oportunidade de verificar se cada custo é realmente necessário ou não. Este método também requer muito tempo da equipe. Beyond budgeting – Além do orçamento Este é a “última tendência” em processos de orçamentação. Neste método o orçamento é reavaliado periodicamente, por exemplo trimestralmente, a partir da análise de indicadores de desempenho, com o objetivo de manter a empresa no melhor curso para atingir os seus objetivos. Esta é uma forma mais descentralizada de orçar e se adapta melhor às mudanças de contexto dos negócios. Nos dias atuais em que o contexto de atuação de uma empresa muda numa grande velocidade esta é a maneira mais apropriada para lidar com esta velocidade de mudança de contexto. Acompanhar a execução do orçamento é uma outra história que contaremos em breve. Acompanhe os blogs da 2corp gestão empresarial no site www.2corp.co e conheça os vários serviços e experiências que a 2corp pode oferecer para a gestão da sua empresa.

A Importância de Pavimentar o Seu Caminho

O ORÇAMENTO – DA ESTRATÉGIA À EXECUÇÃO O sucesso da gestão empresarial inclui uma ferramenta fundamental: o orçamento. Ele é a estrada entre os objetivos e as ações necessárias para alcançá-los. É o Norte para ser seguido no dia a dia.  Toda empresa, pequena, média ou grande deve elaborar orçamentos para orientar as suas atividades …

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Não transforme o seu fluxo de caixa numa “caixa de surpresas” ... A gestão do fluxo de caixa é uma das ferramentas mais poderosas, precisas e necessárias da gestão empresarial e ao mesmo tempo uma das menos utilizadas pelas empresas médias e pequenas. Você certamente já se deparou com a boa e traiçoeira sensação de olhar a conta e enxergar um saldo MUITO positivo. E essa sensação se dá tanto na pessoa física quanto na jurídica... Como consultores, encontramos na maioria das empresas o fluxo de caixa sendo controlado e balizado a partir de uma lista de pagamentos e recebíveis. Porém o maior benefício de uma adequada e eficiente gestão de fluxo de caixa é dar visibilidade de médio e longo prazo para as necessidades da empresa. Com esta previsibilidade é possível se preparar adequadamente para os momentos mais difíceis, além de auxiliar na definição de prioridades e investimentos. O financeiro pode pouco no curto prazo e muito no longo prazo É fato: diferentemente das áreas de produção e/ou prestação de serviços que podem fazer milagres em pouco tempo, o financeiro pouco consegue fazer no curto prazo. O principal recurso da gestão do fluxo, possível e simples, é a previsibilidade. Com essa previsibilidade é possível a empresa se organizar e não ficar sujeita às surpresas do dia a dia. E a ferramenta que permite o financeiro “enxergar” o futuro é o fluxo de caixa, sobretudo em tempos de inflação alta. O bom planejamento e conhecimento do fluxo de caixa mantém saudável a gestão empresarial. O que faz um fluxo de caixa ser ruim ou bom? Um fluxo de caixa é ruim quando ele não reflete fielmente os compromissos assumidos ou os direitos adquiridos pela empresa. Surpreendentemente (e surpresa não combina com previsibilidade...), na maioria das empresas o financeiro só fica sabendo que a empresa se comprometeu com algum fornecedor na chegada do boleto. E o vencimento do boleto é para o dia seguinte, quando não é para o mesmo dia! Em média, percebemos que esse compromisso foi assumido há pelo menos 15 dias. Por isso, o fluxo de caixa precisa ser atualizado sempre que um compromisso for assumido, de forma sistemática e planejada. Compromisso assumido, financeiro avisado na sequência imediata. Só isso permitirá ao financeiro se planejar para honrar o compromisso na data e no valor combinado. Da mesma forma, qualquer negociação que gere receita deve ser informada no menor tempo possível. Até porque são as receitas que equilibram o fluxo de caixa. Sem surpresas para receitas e despesas! O fluxo de caixa é tão bom quanto mais rapidamente ele refletir todos os compromissos e direitos de uma empresa. Simples assim. E o que é uma boa gestão de fluxo de caixa? Partindo do princípio de que o fluxo de caixa é de boa qualidade, e que, portanto, reflete fielmente e em tempo real os compromissos da empresa, o gestor financeiro poderá planejar e antecipar possíveis apertos de caixa ou oportunidades de investimento e negociações com antecedência. Com esta antecedência o financeiro terá vários recursos para usar. Pode negociar o adiamento de pagamentos menos críticos ou conseguir um crédito para cobrir o período de aperto de caixa até o próximo recebimento, ou aplicará formas de incrementar o rendimento das receitas. Uma boa gestão de fluxo de caixa deve poder prever o fluxo de caixa com pelo menos 3 meses. Porém o ideal é poder enxergar o fluxo de caixa em prazos de 6 a 12 meses. É claro que as previsões para os primeiros 3 meses serão mais detalhadas e precisas. Entretanto, a visibilidade para além do trimestre pode apontar dificuldades e oportunidades que poderão ser encontradas e tratadas desde já. E vamos lembrar que a mola da gestão do fluxo é o planejamento. Que informações devem constar no fluxo de caixa? O fluxo de caixa deve ser detalhado, listando todos os pagamentos e recebimentos. E essencialmente o fluxo de caixa deve conter minimamente as seguintes informações: O saldo inicial de cada dia – em todas as contas de bancos e caixa da empresa; O total de recebimentos previstos para cada dia; O total de pagamentos previstos para cada dia; O saldo final do dia se os recebimentos e pagamentos se concretizarem. E no fim do dia, o objetivo é conseguir que os saldos de cada dia sejam positivos. Qual é a melhor ferramenta para fazer a gestão do fluxo de caixa? Para empresas individuais, a maneira mais simples e bastante eficiente é usar uma planilha. É possível encontrar na internet vários exemplos e modelos de planilhas para fazer a gestão do fluxo de caixa. Para organizações pequenas, médias e grandes, softwares financeiros apresentam eficientes relatórios de fluxo de caixa. Existem inúmeras ofertas de softwares no mercado, com a vantagem de alguns que permitem alguma customização para atender melhor às suas necessidades. Visite o nosso site e veja como a equipe da 2corp pode ajudar a estabelecer bons controles de fluxo de caixa para a sua empresa.

Não transforme o seu fluxo de caixa numa “caixa de surpresas” …

A gestão do fluxo de caixa é uma das ferramentas mais poderosas, precisas e necessárias da gestão empresarial e ao mesmo tempo uma das menos utilizadas pelas empresas médias e pequenas. Você certamente já se deparou com a boa e traiçoeira sensação de olhar a conta e enxergar um saldo MUITO positivo. E essa sensação …

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Gestão Empresarial: Alcançado objetivos Todo mundo já ouviu a expressão: se você não sabe para onde vai, qualquer estrada serve. Mas como é isso no mundo da gestão empresarial? Exemplos de metas empresariais Toda empresa deve ter como objetivo ser competitiva no seu mercado e sustentável ao longo dos tempos. Para ser competitiva a empresa precisa oferecer produtos e serviços ao mercado com alguma condição diferente dos seus concorrentes, pode ser qualidade, preço/condições de pagamento, conveniência, experiência, etc. Escolha pelo menos uma dessas características para ser o diferencial da sua empresa. Esta é a primeira meta. Para ser sustentável ao longo do tempo, toda empresa precisa gerar margens positivas continuamente. A receita líquida da empresa deve conseguir cobrir todos os gastos da empresa e deixar uma margem positiva para poder investir na manutenção e qualificação de ferramentas e pessoas, deixar uma reserva de caixa e distribuir lucro para os sócios. Esta é a segunda meta, margens positivas, continuamente. Como desdobrar metas globais em metas setoriais As duas metas que mencionamos são as metas globais, valem para toda a empresa. Orientam todas as decisões. Na dúvida entre duas alternativas, escolha a que torne a empresa mais competitiva e sustentável. Mas cada setor irá estabelecer as suas metas setoriais, para que a empresa alcance as metas globais. O comercial e marketing vão estabelecer as metas de preço, qualidade e atendimento que contribuam para uma maior competitividade da empresa. A área de produção irá buscar metas para aumentar a eficiência na entrega dos produtos ou serviços compatíveis com as metas do comercial e marketing. Metas para diminuir os custos, mas que, ao mesmo tempo, garanta que os clientes consigam ser atendidos dentro dos prazos esperados. A área financeira irá apoiar a área de produção acompanhando de perto o comportamento dos custos e as questões fiscais para que as margens fiquem dentro das metas estabelecidas. Uma boa gestão de fluxo de caixa irá fechar o cerco garantindo que os compromissos assumidos pelos vários setores conseguirão ser cumpridos. Isto contribuirá para a sustentabilidade da empresa ao longo dos tempos. Ou seja, o financeiro consegue apoiar o atingimento da meta, competitividade e é o guardião da meta, sustentabilidade. Como integrar os planos de uma empresa Uma empresa não é um arquipélago com áreas funcionais ou departamentos distantes ou isolados uma das outras. Ela precisa ser uma máquina integrada que produz com eficiência e atingindo as metas estabelecidas. A palavra-chave aqui é colaboração. As áreas devem interagir, trocar ideias e experiências, compartilhar dados e informações, para garantir que a ação combinada dos planos e metas de cada setor, entregaram as metas globais da empresa. Quem lidera a coordenação dos planos de uma empresa A gestão empresarial poderá monitorar como a empresa está se saindo, acompanhando a execução do orçamento e outros indicadores com a ajuda da equipe de controladoria da empresa. Hoje em dia ferramentas de tecnologia da informação permitem que empresas médias e pequenas consigam fazer este acompanhamento com grande facilidade e baixo custo ou terceirizando a área de controladoria para empresas com grande experiência nesta área (Confira o artigo: Gestão Empresarial através do Tempo). Os executivos da empresa, as pessoas com funções de liderança, devem trabalhar como um time integrado. Este time tem a missão de acompanhar as metas de cada setor e verificar qual área está precisando de reforço para garantir que as metas globais sejam atingidas. Outras vezes será necessário alterar planos para garantir que as metas sejam atingidas. Aqui, mais uma vez, a controladoria presta uma enorme contribuição pois consegue dar indicadores que apontaram se as metas serão atingidas mantendo-se o plano atual ou será necessário fazer alterações. A 2 Corp tem uma equipe com larga experiência em diferentes setores para ajudar as empresas a definirem as suas metas e na função de controladoria terceirizada. Visite o site www.2corp.co e conheça as ferramentas e soluções que a 2Corp oferece à gestão empresarial do seu negócio.

Gestão Empresarial: Alcançado objetivos

Todo mundo já ouviu a expressão: se você não sabe para onde vai, qualquer estrada serve. Mas como é isso no mundo da gestão empresarial? Exemplos de metas empresariais Toda empresa deve ter como objetivo ser competitiva no seu mercado e sustentável ao longo dos tempos. Para ser competitiva a empresa precisa oferecer produtos e …

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Gestão Empresarial: Em Época de Inflação Alta São muitas as causas, consequências e setores impactados pela inflação. Alguns setores até conseguem ter ganhos com a inflação no curto prazo, como o setor financeiro. No longo prazo, à medida que a capacidade de compra geral diminui, todos os setores da economia acabam sendo prejudicados pela retração da renda. A gestão empresarial precisa estar mais atenta do que nunca em tempos de inflação alta e qualquer desatenção, faça não, pode ser a gota d'água que vai afetar negativamente a margem do seu negócio (obrigado Chico!). Os males da inflação alta A principal característica do ambiente inflacionário é a que a gestão empresarial perde a capacidade de fazer boas previsões do custo e não consegue precificar de maneira ótima, podendo chegar facilmente a uma situação de prejuízo recorrente. A gestão empresarial das empresas médias e pequenas fica extremamente pressionada com cada área atribuindo às demais a causa da perda de lucratividade. É a hora da liderança assumir o timão do barco e colocar todas as áreas remando na mesma direção. Apesar da inflação alta atingir de forma distinta cada setor, algumas abordagens servem a todos os setores. Neste blog vamos falar de três dessas abordagens, encurtar prazos de validade dos preços, redobrar as atenções com custo e melhorar o desempenho das negociações com fornecedores e clientes. Como definir o prazo de validade dos preços em tempo de inflação alta? Em tempos de inflação alta os preços variam mais rapidamente e, portanto, os preços dos produtos ou serviços oferecidos pela sua empresa precisam ser atualizados mais rapidamente. As tabelas de preço de produtos e serviços que valiam por um ano devem ser revisadas a cada 3 meses. Desta forma se conseguirá diminuir os impactos da alta dos fornecedores e se manter competitivo no mercado. Embutir margens maiores para se proteger dessas variações pode tornar o seu produto ou serviço menos competitivos. A melhor estratégia para a gestão empresarial é reajustar o menos possível os seus preços, mas aumentar a frequência das atualizações. Para os serviços recorrentes, normalmente regulados por um contrato com o cliente, a recomendação é incluir no contrato uma cláusula prevendo a possibilidade das partes negociarem um re-equilíbrio econômico do contrato, no caso em que os custos para a prestação dos serviços aumentem em mais de X% (valor a ser negociado), no período de 3 ou 4 meses. Esta é uma forma justa para os dois lados. Tanto o cliente quanto o prestador do serviço terão uma certa previsibilidade dos custos no médio prazo. Ninguém será surpreendido por aumentos repentinos. Como monitorar os custos em tempo de inflação alta? Em época de inflação alta as empresas e pessoas perdem a referência de quanto custa produtos e serviços, devido a frequência com que esses preços mudam em prazos muito curtos. Se a gestão quiser se proteger demais vai aumentar as suas margens, mas vai perder competitividade. Se você tiver adotado a recomendação número um, a sua empresa terá maior possibilidade de manter margens mais competitivas. Mas isso depende da sua capacidade de acompanhar com lupa os custos para produzir e vender os seus produtos ou serviços. A gestão empresarial precisa responder a três perguntas chaves: Existe maneira diferente de fazer o que a nossa empresa faz e que seja mais barato do que a empresa está fazendo atualmente? Temos fornecedores que "topariam" segurar preços connosco para aumentarmos a participação de mercado, praticando um preço menor que a concorrência? Existem outros fornecedores no mercado que praticam preços menores para os mesmos produtos ou serviços? A combinação das respostas a essas 3 perguntas poderá colocar a sua empresa em posição diferenciada para competir em tempos de inflação alta. Dicas para negociar melhor em tempo de inflação Para implementar as duas sugestões anteriores a chave será a capacidade da gestão empresarial negociar bem com os seus clientes e fornecedores. As melhores táticas para uma boa negociação é negociar sempre em boa fé e praticar o comércio justo para os dois lados numa negociação. Além disso, a gestão empresarial pode tirar proveito das experiências internas de negociação. E de graça! O time que negocia compras e o time comercial que traz os clientes para a empresa têm uma larga experiência em negociação. A troca dessas experiências pode trazer uma melhoria na capacidade de negociação dos dois setores e contribuir para a empresa superar as dificuldades da época de inflação alta, sem perder parcela do mercado ou até aumentando a sua participação no mercado. A terceirização da retaguarda é uma ótima solução para a sua empresa contar com um time qualificado, com experiência em diferentes setores, que permitirá que os executivos da sua empresa se concentrem na conquista de novos mercados e clientes. Visite o site e conheça as soluções oferecidas pela 2Corp que poderão ajudar a sua empresa a estar mais bem preparada para praticar uma gestão empresarial competente em tempos de inflação alta.

Gestão Empresarial: Em Época de Inflação Alta

São muitas as causas, consequências e setores impactados pela inflação. Alguns setores até conseguem ter ganhos com a inflação no curto prazo, como o setor financeiro. No longo prazo, à medida que a capacidade de compra geral diminui, todos os setores da economia acabam sendo prejudicados pela retração da renda. A gestão empresarial precisa estar …

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A GESTÃO EMPRESARIAL ATRAVÉS DO TEMPO Alguns dados interessantes: - O conceito de empresa surgiu há cerca de 5000 anos. _ A empresa mais antiga do mundo tem mais de 1400 anos, é japonesa e ainda opera... - A primeira escola de gestão empresarial surgiu no século 19, em 1819, na França. - O número de escolas de gestão empresarial pelo mundo é tão grande que não conseguiríamos contabilizar. - A literatura existente sobre gestão empresarial é incontável: artigos, webinars, newsletters, livros... Considerando os séculos de existência, mais as escolas dedicadas à gestão empresarial e a literatura publicada, o número de empresas bem-sucedidas e prósperas em todo mundo deveria ser bem maior do que é. No entanto, esses dados falam por si sobre a complexidade da gestão empresarial. Concluindo: definitivamente, gestão empresarial não é um jogo para amadores. POR QUE AS EMPRESAS EM SUA MAIORIA NÃO SÃO LONGEVAS E BEM-SUCEDIDAS? Existem várias razões para explicar esta questão. Uma delas é que a gestão empresarial exige o conhecimento de várias funções: finanças, jurídico, contabilidade, marketing, gestão de pessoal, TI, e mais todas as atividades envolvidas na entrega do produto ou serviço das empresas. No início, as empresas tinham todas essas funções dentro da sua organização. Ao longo do tempo perceberam que gastar tempo e dinheiro com as chamadas “áreas-meio” não era uma solução eficiente. Assim, começaram a delegar para terceiros, certas áreas mais especializadas, como os departamentos jurídicos ou de contabilidade, por exemplo. Em seguida as áreas de limpeza e segurança, atividades com muita mão de obra e que não tinham relacionamento direto com a atividade fim da empresa. Com o tempo, as empresas identificaram outras terceirizações possíveis: transporte, alimentação, serviços de manutenção, etc. UM DIAGNÓSTICO DO COMPORTAMENTO EMPRESARIAL ATUAL Com a pandemia, a terceirização da gestão empresarial foi levada ao limite. A modalidade home office se impôs, foi orgânica e naturalmente adotada, e o que antes parecia impossível acabou acontecendo: na prática, a tecnologia possibilitou que mesmo de longe, as empresas continuassem operando, muitas vezes melhor do que antes, como assim atestam as pesquisas atuais. A partir daí, o fato estava posto: terceirizar não só tarefas e funções, mas departamentos inteiros, ficou mais simples e confiável. Foi possível verificar que mais funções podem ser terceirizadas com confiança e bons resultados. POR QUE TERCEIRIZAR FUNÇÕES? Terceirizar funções é uma boa solução por vários motivos, mas aqui citamos pelo menos dois: o primeiro é que dificilmente uma empresa conseguiria montar internamente, um grupo com o mesmo conhecimento, experiência e produtividade em cada uma dessas funções. O segundo motivo é que ao terceirizar determinadas funções, reduz-se a complexidade da gestão empresarial de pessoal, podendo assim se dar mais foco na atividade principal da empresa. O QUE É POSSÍVEL TERCEIRIZAR? Tudo é possível terceirizar. Mesmo nas áreas fins as empresas estão aprendendo a operar em redes, compartilhando conhecimento, colaborando e assim conseguindo entregar melhores produtos e serviços. E essas redes hoje em dia são transnacionais. Está se tornando “normal” uma pessoa na Índia ou no Brasil trabalhar numa empresa em Chicago ou na Bélgica, desde a sua casa em S. Paulo ou em Nova Deli. O mercado da gestão empresarial terceirizada se tornou tão sofisticado que se encontra no mercado Diretores Gerais (CEOs) temporários ou terceirizados, diretores financeiros (CFO) terceirizados, ou - como ficaram conhecidos - o CFO de aluguel, serviços de terceirização das funções de retaguarda, chamados de BPO ou BKO. E várias outras funções específicas de determinados setores, como por exemplo na indústria têxtil onde o trabalho de acabamento foi terceirizado para as facções, por exemplo. Essa terceirização promoveu a mudança de vários modelos de negócio, como na área de construção civil, por exemplo, surgiram empresas de gestão de obras, de cálculos estruturais, de contratação de mão de obra, separadas das empresas de construção. No comércio, as funções de logística, meios de pagamento, entre outros foram delegadas a terceiros. A SUBVERSÃO DO MODELO DE NEGÓCIOS A dinâmica empresarial atual exige que as organizações sejam capazes de explorar ao máximo as suas competências para serem bem-sucedidas. Esses ambientes estão sendo virados de cabeça para baixo por novos formatos que subvertem completamente a ordem estabelecida até aqui. Casos como os da Uber e da Airbnb são exemplos já clássicos. Para conseguir mudar, pivotar e se adaptar com agilidade, a empresa precisa estar mais enxuta e a nova competência é colaboração. Saber trabalhar em redes com muita eficiência. Isto vale para empresas grandes que serão as líderes dessas redes e das pequenas médias que precisarão aprender a trabalhar com essas redes. A NECESSIDADE DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Assim como a terceirização ainda não tem um modelo único de sucesso, a estratégia da gestão empresarial também deve ser diferente para cada empresa e seu ecossistema. Por isso é muito importante partir de um diagnóstico preciso, detalhado, e traçar uma estratégia específica para cada ambiente de negócio. A 2corp reúne a experiência de profissionais de mercado com larga experiência em diferentes setores e diferentes tamanhos de empresas. Visite o site www.2corp.co e conheça as soluções de terceirização da 2corp Gestão Empresarial.

A GESTÃO EMPRESARIAL ATRAVÉS DO TEMPO

A Gestão Empresarial é importante para organizações de todos os portes, desde pequenas empresas até grandes corporações. É responsável pelo gerenciamento dos recursos da empresa, incluindo pessoal, financeiro, infraestrutura e tecnologia. A Gestão Empresarial também é responsável pelas estratégias de crescimento da empresa e pelo planejamento de longo prazo. Sem uma Gestão Empresarial eficiente, as …

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