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Não transforme o seu fluxo de caixa numa “caixa de surpresas” …

Não transforme o seu fluxo de caixa numa “caixa de surpresas” …
Não transforme o seu fluxo de caixa numa “caixa de surpresas” ... A gestão do fluxo de caixa é uma das ferramentas mais poderosas, precisas e necessárias da gestão empresarial e ao mesmo tempo uma das menos utilizadas pelas empresas médias e pequenas. Você certamente já se deparou com a boa e traiçoeira sensação de olhar a conta e enxergar um saldo MUITO positivo. E essa sensação se dá tanto na pessoa física quanto na jurídica... Como consultores, encontramos na maioria das empresas o fluxo de caixa sendo controlado e balizado a partir de uma lista de pagamentos e recebíveis. Porém o maior benefício de uma adequada e eficiente gestão de fluxo de caixa é dar visibilidade de médio e longo prazo para as necessidades da empresa. Com esta previsibilidade é possível se preparar adequadamente para os momentos mais difíceis, além de auxiliar na definição de prioridades e investimentos. O financeiro pode pouco no curto prazo e muito no longo prazo É fato: diferentemente das áreas de produção e/ou prestação de serviços que podem fazer milagres em pouco tempo, o financeiro pouco consegue fazer no curto prazo. O principal recurso da gestão do fluxo, possível e simples, é a previsibilidade. Com essa previsibilidade é possível a empresa se organizar e não ficar sujeita às surpresas do dia a dia. E a ferramenta que permite o financeiro “enxergar” o futuro é o fluxo de caixa, sobretudo em tempos de inflação alta. O bom planejamento e conhecimento do fluxo de caixa mantém saudável a gestão empresarial. O que faz um fluxo de caixa ser ruim ou bom? Um fluxo de caixa é ruim quando ele não reflete fielmente os compromissos assumidos ou os direitos adquiridos pela empresa. Surpreendentemente (e surpresa não combina com previsibilidade...), na maioria das empresas o financeiro só fica sabendo que a empresa se comprometeu com algum fornecedor na chegada do boleto. E o vencimento do boleto é para o dia seguinte, quando não é para o mesmo dia! Em média, percebemos que esse compromisso foi assumido há pelo menos 15 dias. Por isso, o fluxo de caixa precisa ser atualizado sempre que um compromisso for assumido, de forma sistemática e planejada. Compromisso assumido, financeiro avisado na sequência imediata. Só isso permitirá ao financeiro se planejar para honrar o compromisso na data e no valor combinado. Da mesma forma, qualquer negociação que gere receita deve ser informada no menor tempo possível. Até porque são as receitas que equilibram o fluxo de caixa. Sem surpresas para receitas e despesas! O fluxo de caixa é tão bom quanto mais rapidamente ele refletir todos os compromissos e direitos de uma empresa. Simples assim. E o que é uma boa gestão de fluxo de caixa? Partindo do princípio de que o fluxo de caixa é de boa qualidade, e que, portanto, reflete fielmente e em tempo real os compromissos da empresa, o gestor financeiro poderá planejar e antecipar possíveis apertos de caixa ou oportunidades de investimento e negociações com antecedência. Com esta antecedência o financeiro terá vários recursos para usar. Pode negociar o adiamento de pagamentos menos críticos ou conseguir um crédito para cobrir o período de aperto de caixa até o próximo recebimento, ou aplicará formas de incrementar o rendimento das receitas. Uma boa gestão de fluxo de caixa deve poder prever o fluxo de caixa com pelo menos 3 meses. Porém o ideal é poder enxergar o fluxo de caixa em prazos de 6 a 12 meses. É claro que as previsões para os primeiros 3 meses serão mais detalhadas e precisas. Entretanto, a visibilidade para além do trimestre pode apontar dificuldades e oportunidades que poderão ser encontradas e tratadas desde já. E vamos lembrar que a mola da gestão do fluxo é o planejamento. Que informações devem constar no fluxo de caixa? O fluxo de caixa deve ser detalhado, listando todos os pagamentos e recebimentos. E essencialmente o fluxo de caixa deve conter minimamente as seguintes informações: O saldo inicial de cada dia – em todas as contas de bancos e caixa da empresa; O total de recebimentos previstos para cada dia; O total de pagamentos previstos para cada dia; O saldo final do dia se os recebimentos e pagamentos se concretizarem. E no fim do dia, o objetivo é conseguir que os saldos de cada dia sejam positivos. Qual é a melhor ferramenta para fazer a gestão do fluxo de caixa? Para empresas individuais, a maneira mais simples e bastante eficiente é usar uma planilha. É possível encontrar na internet vários exemplos e modelos de planilhas para fazer a gestão do fluxo de caixa. Para organizações pequenas, médias e grandes, softwares financeiros apresentam eficientes relatórios de fluxo de caixa. Existem inúmeras ofertas de softwares no mercado, com a vantagem de alguns que permitem alguma customização para atender melhor às suas necessidades. Visite o nosso site e veja como a equipe da 2corp pode ajudar a estabelecer bons controles de fluxo de caixa para a sua empresa.

A gestão do fluxo de caixa é uma das ferramentas mais poderosas, precisas e necessárias da gestão empresarial e ao mesmo tempo uma das menos utilizadas pelas empresas médias e pequenas.

Você certamente já se deparou com a boa e traiçoeira sensação de olhar a conta e enxergar um saldo MUITO positivo. E essa sensação se dá tanto na pessoa física quanto na jurídica…

Como consultores, encontramos na maioria das empresas o fluxo de caixa sendo controlado e balizado a partir de uma lista de pagamentos e recebíveis.

Porém o maior benefício de uma adequada e eficiente gestão de fluxo de caixa é dar visibilidade de médio e longo prazo para as necessidades da empresa.

Com esta previsibilidade é possível se preparar adequadamente para os momentos mais difíceis, além de auxiliar na definição de prioridades e investimentos.

O financeiro pode pouco no curto prazo e muito no longo prazo

É fato: diferentemente das áreas de produção e/ou prestação de serviços que podem fazer milagres em pouco tempo, o financeiro pouco consegue fazer no curto prazo.

O principal recurso da gestão do fluxo, possível e simples, é a previsibilidade.

Com essa previsibilidade é possível a empresa se organizar e não ficar sujeita às surpresas do dia a dia.

E a ferramenta que permite o financeiro “enxergar” o futuro é o fluxo de caixa, sobretudo em tempos de inflação alta. O bom planejamento e conhecimento do fluxo de caixa mantém saudável a gestão empresarial. 

O que faz um fluxo de caixa ser ruim ou bom?

 

Um fluxo de caixa é ruim quando ele não reflete fielmente os compromissos assumidos ou os direitos adquiridos pela empresa.

Surpreendentemente (e surpresa não combina com previsibilidade…), na maioria das empresas o financeiro só fica sabendo que a empresa se comprometeu com algum fornecedor na chegada do boleto.

E o vencimento do boleto é para o dia seguinte, quando não é para o mesmo dia! 

Em média, percebemos que esse compromisso foi assumido há pelo menos 15 dias.

Por isso, o fluxo de caixa precisa ser atualizado sempre que um compromisso for assumido, de forma sistemática e planejada.

Compromisso assumido, financeiro avisado na sequência imediata.

Só isso permitirá ao financeiro se planejar para honrar o compromisso na data e no valor combinado. Da mesma forma, qualquer negociação que gere receita deve ser informada no menor tempo possível. Até porque são as receitas que equilibram o fluxo de caixa.

Sem surpresas para receitas e despesas!

O fluxo de caixa é tão bom quanto mais rapidamente ele refletir todos os compromissos e direitos de uma empresa.

Simples assim.

E o que é uma boa gestão de fluxo de caixa?

 

Partindo do princípio de que o fluxo de caixa é de boa qualidade, e que, portanto, reflete fielmente e em tempo real os compromissos da empresa, o gestor financeiro poderá planejar e antecipar possíveis apertos de caixa ou oportunidades de investimento e negociações com antecedência.

Com esta antecedência o financeiro terá vários recursos para usar. Pode negociar o adiamento de pagamentos menos críticos ou conseguir um crédito para cobrir o período de aperto de caixa até o próximo recebimento, ou aplicará formas de incrementar o rendimento das receitas.

Uma boa gestão de fluxo de caixa deve poder prever o fluxo de caixa com pelo menos 3 meses. Porém o ideal é poder enxergar o fluxo de caixa em prazos de 6 a 12 meses.

É claro que as previsões para os primeiros 3 meses serão mais detalhadas e precisas.

Entretanto, a visibilidade para além do trimestre pode apontar dificuldades e oportunidades que poderão ser encontradas e tratadas desde já.

E vamos lembrar que a mola da gestão do fluxo é o planejamento.

Que informações devem constar no fluxo de caixa?

 

O fluxo de caixa deve ser detalhado, listando todos os pagamentos e recebimentos. E essencialmente o fluxo de caixa deve conter minimamente as seguintes informações:

  • O saldo inicial de cada dia – em todas as contas de bancos e caixa da empresa;
  • O total de recebimentos previstos para cada dia;
  • O total de pagamentos previstos para cada dia;
  • O saldo final do dia se os recebimentos e pagamentos se concretizarem.

E no fim do dia, o objetivo é conseguir que os saldos de cada dia sejam positivos.

Qual é a melhor ferramenta para fazer a gestão do fluxo de caixa?

 

Para empresas individuais, a maneira mais simples e bastante eficiente é usar uma planilha. É possível encontrar na internet vários exemplos e modelos de planilhas para fazer a gestão do fluxo de caixa.

Para organizações pequenas, médias e grandes, softwares financeiros apresentam eficientes relatórios de fluxo de caixa.

Existem inúmeras ofertas de softwares no mercado, com a vantagem de alguns que permitem alguma customização para atender melhor às suas necessidades.

Visite o nosso site e veja como a equipe da 2corp pode ajudar a estabelecer bons controles de fluxo de caixa para a sua empresa.

 

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